quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Após 80 anos, maior pesquisador do cangaço descobre verdadeiro assassino de Lampião


Autoridade quando o assunto é o cangaço brasileiro, Frederico Pernambucano de Mello revelou a identidade do assassino de Lampião durante em um livro “Apagando Lampião – Vida e Morte do Rei do Cangaço”, o pesquisador afirmou que o carrasco do Virgulino Ferreira da Silva foi o soldado alagoano Sebastião Vieira Sandes.



Imagem colorida através de computação gráfica

A bala bateu na lâmina do punhal e atingiu a região umbilical esquerda do cangaceiro: “Foi um tiro só. Ele não morreu em combate. Foi em uma operação de comando, que precede o combate em poucos segundos. O local estava em silêncio absoluto, no amanhecer do dia. Depois desse disparo, estronda um tiroteio de 20 minutos“.

Integrante da tropa do tenente João Bezerra, o sobrinho-neto da Baronesa de Água Branca era um antigo companheiro de costura do marido de Maria Bonita. Sandes foi amarrado até o local onde efetuou o disparo para apontar o líder dos cangaceiros ao aspirante Pedro de Cândido: “Sandes era alfaiate de couro quando conheceu Lampião em 1934. Eles costuravam juntos. Pedro pensou em atirar com uma metralhadora alemã, mas chamou o soldado que portava um fuzil“.

A revelação foi feita pelo próprio Sandes a Frederico em 2013. Na ocasião, ele havia descoberto que tinha pouco tempo de vida por causa de um aneurisma inoperável



                    blog manhã nordestina.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Após 80 anos, maior pesquisador do cangaço descobre verdadeiro assassino de Lampião


Autoridade quando o assunto é o cangaço brasileiro, Frederico Pernambucano de Mello revelou a identidade do assassino de Lampião durante em um livro “Apagando Lampião – Vida e Morte do Rei do Cangaço”, o pesquisador afirmou que o carrasco do Virgulino Ferreira da Silva foi o soldado alagoano Sebastião Vieira Sandes.



Imagem colorida através de computação gráfica

A bala bateu na lâmina do punhal e atingiu a região umbilical esquerda do cangaceiro: “Foi um tiro só. Ele não morreu em combate. Foi em uma operação de comando, que precede o combate em poucos segundos. O local estava em silêncio absoluto, no amanhecer do dia. Depois desse disparo, estronda um tiroteio de 20 minutos“.

Integrante da tropa do tenente João Bezerra, o sobrinho-neto da Baronesa de Água Branca era um antigo companheiro de costura do marido de Maria Bonita. Sandes foi amarrado até o local onde efetuou o disparo para apontar o líder dos cangaceiros ao aspirante Pedro de Cândido: “Sandes era alfaiate de couro quando conheceu Lampião em 1934. Eles costuravam juntos. Pedro pensou em atirar com uma metralhadora alemã, mas chamou o soldado que portava um fuzil“.

A revelação foi feita pelo próprio Sandes a Frederico em 2013. Na ocasião, ele havia descoberto que tinha pouco tempo de vida por causa de um aneurisma inoperável



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