terça-feira, 30 de julho de 2019

Ministério Público pede cassação do mandato de prefeito e vice de Agrestina


O MPE Ministério Publico Eleitoral, pediu a cassação do diploma do Prefeito, Thiago Nunes e de seu Vice, Zito da Barra.

Alega o MPE que o Prefeito utilizou a maquina municipal para nomear ilicitamente 1.117 pessoas, “sendo absurdamente lógico o abuso do poder político, bastando multiplicar esse número por 2, a saber, o admitindo ilicitamente e mais membro de sua família, para restar lógica a cooptação ilícita de 2.234 eleitores”, ou seja, uma espécie de compra de votos por meio da Prefeitura.

Outro ponto argumentado pelo MPE foi que houve elevadíssimo gasto com propaganda no ano de 2016, o que também teria acarretado o abuso do poder politico, bem como o fato que o Prefeito teria se utilizado das festividades juninas para se autopromover.

Conclui o MPE que: “THIAGO LUCENA NUNES, tem certeza da sua impunidade na prática de vários ilícitos administrativo, entendendo ele que o Poder Judiciário interpretará como lícitos todos os fatos provados, como algo normalmente aceito durante as campanhas políticas no Brasil”.

Com base nisso, o MPE pediu a cassação do diploma do Prefeito e do seu Vice, com a declaração de inelegibilidade por 8 anos.

O processo está registrado sob o nº 140-31.2016.6.17.00086, e aguarda julgamento do Juízo da 86ª Zona Eleitoral em Agrestina.





                  Blog manhã nordestina.







terça-feira, 30 de julho de 2019

Ministério Público pede cassação do mandato de prefeito e vice de Agrestina


O MPE Ministério Publico Eleitoral, pediu a cassação do diploma do Prefeito, Thiago Nunes e de seu Vice, Zito da Barra.

Alega o MPE que o Prefeito utilizou a maquina municipal para nomear ilicitamente 1.117 pessoas, “sendo absurdamente lógico o abuso do poder político, bastando multiplicar esse número por 2, a saber, o admitindo ilicitamente e mais membro de sua família, para restar lógica a cooptação ilícita de 2.234 eleitores”, ou seja, uma espécie de compra de votos por meio da Prefeitura.

Outro ponto argumentado pelo MPE foi que houve elevadíssimo gasto com propaganda no ano de 2016, o que também teria acarretado o abuso do poder politico, bem como o fato que o Prefeito teria se utilizado das festividades juninas para se autopromover.

Conclui o MPE que: “THIAGO LUCENA NUNES, tem certeza da sua impunidade na prática de vários ilícitos administrativo, entendendo ele que o Poder Judiciário interpretará como lícitos todos os fatos provados, como algo normalmente aceito durante as campanhas políticas no Brasil”.

Com base nisso, o MPE pediu a cassação do diploma do Prefeito e do seu Vice, com a declaração de inelegibilidade por 8 anos.

O processo está registrado sob o nº 140-31.2016.6.17.00086, e aguarda julgamento do Juízo da 86ª Zona Eleitoral em Agrestina.





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