quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

PF deflagra operação para prender suspeitos de integrar grupo especializado em fraudar licitações em Agrestina



Foto: Ana Rebeca Passos/TV Asa Branca


Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) a Operação Pescaria I em Agrestina, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Federal (PF), o objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada em fraudar processos licitatórios.

A operação da PF, que conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), visa cumprir três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão expedidos pela 24ª Vara da Justiça Federal.

Ainda segundo a polícia, o grupo é suspeito de contratar obras públicas, como unidades básicas de saúde, custeadas com recursos do Ministério da Saúde, utilizando uma empresa de fachada que pertence a um dos integrantes do esquema.

"O grupo também é investigado pela prática de atos de ocultação e dissimulação dos recursos envolvidos nas fraudes", conforme informou a assessoria de comunicação da Polícia Federal.

A investigação teve início em novembro de 2018 e os envolvidos são suspeitos de fraude à licitação, associação criminosa, falsidade ideológica, peculato e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 46 anos de reclusão, além do pagamento de multas.

Fonte: G1-PE



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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

PF deflagra operação para prender suspeitos de integrar grupo especializado em fraudar licitações em Agrestina



Foto: Ana Rebeca Passos/TV Asa Branca


Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) a Operação Pescaria I em Agrestina, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Federal (PF), o objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada em fraudar processos licitatórios.

A operação da PF, que conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), visa cumprir três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão expedidos pela 24ª Vara da Justiça Federal.

Ainda segundo a polícia, o grupo é suspeito de contratar obras públicas, como unidades básicas de saúde, custeadas com recursos do Ministério da Saúde, utilizando uma empresa de fachada que pertence a um dos integrantes do esquema.

"O grupo também é investigado pela prática de atos de ocultação e dissimulação dos recursos envolvidos nas fraudes", conforme informou a assessoria de comunicação da Polícia Federal.

A investigação teve início em novembro de 2018 e os envolvidos são suspeitos de fraude à licitação, associação criminosa, falsidade ideológica, peculato e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 46 anos de reclusão, além do pagamento de multas.

Fonte: G1-PE



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